quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Estado manda 22 caminhões-pipa para abastecimento emergencial em Tangará da Serra
Ana Sampaio | Secid-MT 
Foto: Júnior Silgueiro / Gcom-MT
A Secretaria de Estado das Cidades (Secid-MT), por meio da adjunta de Proteção e Defesa Civil, encaminhou 22 caminhões-pipa para atender o município de Tangará da Serra (a 250 km de Cuiabá). A prefeitura solicitou ajuda emergencial devido à falta de água potável para cerca de 80 mil habitantes. Visando sanar o problema em curto prazo, a Secretaria das Cidades deu início também a estudos para novos serviços de captações de água.

Os 22 caminhões-pipa de 10, 20 e 30 mil litros já foram encaminhados para a cidade nesta terça-feira (25.10). Já os estudos para atendimento emergencial do problema foram iniciados na manhã de segunda-feira (21.10), em Tangará, pela equipe da Defesa Civil estadual. 

“Os caminhões vão ampliar a capacidade de distribuição de água no município. É uma ação mais humanitária e de emergência, já que o processo de decretação de emergência está em andamento. Os 22 caminhões serão coordenados pela Defesa Civil lá em Tangará, inicialmente levando água até as residências e depois para encher a ETA (Estação de Tratamento de Água) da cidade”, explicou o secretário adjunto de Proteção e Defesa Civil, tenente coronel BM, Abadio da Cunha.
Foto: Júnior Silgueiro / Gcom-MT
Três possibilidades são estudadas pela equipe técnica de saneamento da Secid, juntamente com a Secretaria Municipal de Água e Esgoto de Tangará da Serra, para sanar emergencialmente o problema: perfuração de poços na área urbana, construção de uma nova captação de água no Rio Sepotuba ou readequação da represa do Rio Queima Pé, que atualmente atende o abastecimento local, mas está com baixa capacidade para suprir a demanda.

O prefeito de Tangará da Serra, Fábio Junqueira, se impressionou ao ver a agilidade da resposta da Secretaria de Estado das Cidades, via Defesa Civil. “O município de Tangará está fazendo um esforço sobre-humano, mas a nossa capacidade de resposta já estava se exaurindo. A presença do Governo do Estado é essencial para aliviar as necessidades da nossa população. Agradeço muito e fico emocionado e, ao mesmo tempo, feliz com essa contribuição”, enfatizou.
Abadio Cunha Jr., secretário adjunto de Proteção e Defesa Civil, dá orientações aos motoristas dos caminhões que saíram de Cuiabá




terça-feira, 25 de outubro de 2016

Porto Esperidião recebe mais de R$ 4 mi para reconstruir pontes

Ana Sampaio | Assessoria Secid-MT

O município de Porto Esperidião (330 km de Cuiabá) recebeu R$ 4,5 milhões do Ministério da Integração Nacional para reconstrução de nove pontes que foram levadas por enxurradas registradas no início deste ano. O valor é em resposta ao decreto de situação de emergência emitido pela cidade com auxílio da Secretaria de Estado das Cidades (Secid-MT), por meio da adjunta de Proteção e Defesa Civil de Mato Grosso.
Foto: José Medeiros/Gcom-MT
A enxurrada afetou cerca de 600 pessoas, equivalente a 5% da população rural do município. Comunidades indígenas chegaram a ficar três meses ilhadas. De acordo com o levantamento da coordenadoria de resposta e reconstrução, dias depois do acontecimento os prejuízos somavam pouco mais de R$ 1,6 milhão, entre danos públicos e privados. As nove pontes que foram arrastadas pelas fortes chuvas, em janeiro, eram de madeira e serão reconstruídas de concreto.

Conforme o secretário adjunto da Defesa Civil, tenente coronel BM Abadio Cunha, a resposta do Governo Federal foi essencial. “Estamos muito felizes pelo município, pois foi um processo do início do ano, que só foi atendido com celeridade porque estamos acompanhando pessoalmente todos que são encaminhados após as decretações de emergência. Em breve, os outros municípios que foram atendidos este ano pela Defesa Civil vão receber as verbas. E estamos trabalhando também para que os processos anteriores a nossa gestão sejam analisados e cada localidade receba os repasses para reconstrução dos danos causados pelos desastres”, explicou.

O coordenador de resposta e reconstrução, major BM Washington Duarte, destacou que o problema foi de grande proporção e deixou em situação difícil, principalmente a população fora do perímetro urbano. “Foi um desastre de grande porte, pois atingiu a população rural, que geralmente têm moradias distantes umas das outras. As pontes que antes eram de madeira serão reconstruídas, mas agora de concreto”, explicou.

Conforme o prefeito de Porto Esperidião, Gilvan de Oliveira, essas serão as primeiras pontes de concretos a serem construídas no município. “Recebemos a notícia com muita alegria. Sabemos e reconhecemos o trabalho da Defesa Civil junto ao Ministério das Integrações para que fosse rápido esse retorno. Com certeza um trabalho bem feito. Agradeço a Defesa Civil, ao governador Pedro Taques e ao secretário Eduardo Chiletto, que acompanharam de perto a situação com todo suporte necessário”, relatou.


Em 2016

A gestão realizada pela Defesa Civil junto ao Governo Federal apresenta resultados significativos para Mato Grosso. Somente em 2016, foram R$ 30,6 milhões de verbas repassadas pelo Ministério das Integração a municípios que decretaram situação de emergência. E os números devem subir até dezembro.

“São processos da nossa gestão e de gestões anteriores que não recebiam a atenção devida dos antigos gestores. Estamos na expectativa para que mais cinco municípios recebam verbas. Tudo fruto de muito trabalho para que possamos apresentar uma resposta positiva à população mato-grossense”, pontuou Duarte.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Tangará da Serra:  Defesa Civil e voluntários ajudam na distribuição de água para a população


A crise hídrica e a consequente falta de água para consumo da população da cidade de Tangará da Serra - MT. A situação preocupa. A falta de chuvas sem precedentes reduziu a vazão do córrego Queima Pé a um nível crítico. A capacidade de captação na Estação de Tratamento de Água despencou de 320 para 100 litros por segundo. O resultado é falta de água na torneira do consumidor. Para piorar e causar ainda mais preocupação nos tangaraenses, o tempo se arma, com direito a trovoadas, mas as chuvas são rápidas e sem volume.

Para amenizar a situação, está sendo feita a distribuição de água à população através de caminhões-pipa. Ação que conta com o importante apoio da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil  e seus voluntários.


Como atua o voluntário de Defesa Civil
Os voluntários foram capacitados pela Defesa Civil Estadual para identificar áreas e situações de risco, colaborar na orientação aos moradores de suas comunidades, nos alertas para a mobilização da Defesa Civil, quando necessário, e até mesmo nas ações diretas de atendimento emergencial, quando há ocorrência de sinistros. Eles são qualificados e preparados para agir em conjunto com os agentes a fim de auxiliar a Defesa Civil a cumprir sua missão primordial de proteger vidas dos cidadãos, além de preservar o meio ambiente.



segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Defesa Civil confirma passagem de 'tsunami meteorológico' em SC

Grande onda atingiu carros e pessoas que estavam na praia. Caso foi registrado na tarde de domingo em Balneário Rincão.

G1/SC

 Carro arrastado por onda foi retirado com auxílio de cordas no Sul de SC (Foto: W3/Divulgação
A Defesa Civil de Santa Catarina confirmou que o fenômeno que atingiu Balneário Rincão, no Litoral Sul, foi um 'tsunami meteorológico'. O fenômemo ocorre quando uma quantidade de nuvens carregadas e fortes ventos avançam rapidamente sobre o mar e formam uma grande onda que chega até a praia. Já o tsunami ou maremoto, como o que atingiu o Japão em 2011, ocorre com o deslocamento de uma grande massa de água, geralmente provocado por um abalo sísmico.

Segundo o sargento Cláudio Marcos, ninguém se feriu e as pessoas foram retiradas do mar antes da chegada dos bombeiros. Dois veículos, um Corolla e um Accord, ficaram submersos e foram retirados da água com auxílio de cordas.

Na barra do Rio Araranguá, em Morro dos Conventos, uma onda também arrastou carros e alagou um restaurante, segundo informações da RBS TV.

De acordo com a Defesa Civil, o tsunami meteorológico é "raro, perigoso e geralmente ocorre durante a passagem de linhas de instabilidade atmosféricas intensas. Não é o vento que provoca o tsunami meteorológico, mas sim a combinação peculiar de fatores, que podem gerar uma ressonânica e uma amplificação da onda".

Santa Catarina já registrou o tsunami meteorológico na praia do Pântano do Sul, em Florianópolis, e que também foi sentido na praia da Armação em 19 de novembro de 2009, segundo a Defesa Civil.

Chuva forte com ventania causa prejuízos em Campo Novo do Parecis 




Uma chuva forte com ventania causou grande prejuízo aos moradores do Município de Campo Novo do Parecis na manhã desta Sexta-feira (14). A população reclamou de muitos prejuízos provocados pela chuva intensa que fez na cidade. A chuva caiu com muita intensidade durante cerca de uma hora.

De acordo com moradores, o bairro Jardim das Palmeira está um caos. A chuva descobriu vários telhados e acumulou muitos entulhos nas casas, e os moradores estão tendo sérios problemas com a agua da chuva que desce pelo teto causando prejuízos materiais. Não há informações sobre feridos.

A chuva chegou forte na cidade por volta das 12 horas, precedida por um dia muito abafado. A considerável precipitação logo ganhou a companhia de fortíssimas rajadas de vento. Arvores atingiram redes elétricas e imóveis, além de obstruírem diversas vias. Os voluntários ajudaram nas ocorrências.



sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Conselho de Proteção e Defesa Civil quer alteração na legislação do setor


Fonte: http://www.aen.pr.gov.br/ 

O Conselho Nacional de Gestores Estaduais de Proteção e Defesa Civil (Congepedec) quer tornar mais ágil a ajuda aos municípios que forem atingidos por desastres naturais. A proposta para o aperfeiçoamento e mudanças da lei 12.608, que trata da matéria, foi discutida nesta quinta-feira (15) com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Renato Ramlow, em reunião realizada no Palácio Iguaçu, em Curitiba. O encontro aconteceu em paralelo ao 1º Congresso Brasileiro de Redução de Riscos de Desastres, que está sendo realizado em Curitiba e segue até sábado (15).
Os gestores estaduais que atuam nesta área formarão um grupo de trabalho para debater a regulação do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil e devem se reunir novamente em novembro para apresentar as alterações. Renato Ramlow afirmou que o objetivo é ampliar o diálogo com os estados e aproximá-los do governo federal. “A união faz força. Se estivermos unidos, estados e governo federal, consequentemente os municípios também serão beneficiados. A ideia é formarmos uma grande força de combate a desastres e qualquer evento natural que aconteçam no Brasil”, afirmou o secretário.
ATENDER A TODOS - O coordenador de Proteção e Defesa Civil do Paraná, coronel Adilson Castilho Casitas, explicou que este foi o primeiro encontro do conselho com o novo secretário nacional, que assumiu o cargo em setembro. “O secretário se mostrou bastante receptivo com a colaboração dos estados na construção de uma legislação que possa atender a todos. Isso vai facilitar, e muito, os trabalhos das coordenadorias estaduais”, afirmou. Por enquanto, a regulação é bastante centralizada no governo federal.
Para o presidente do Congepdec e coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil de São Paulo, coronel José Roberto Rodrigues de Oliveira, a estruturação do sistema nacional deve ser efetivo para reduzir os danos causados pelos desastres naturais, evitando prejuízos financeiros e buscando preservar a vida humana. 

“O Brasil é um sistema continental, com diferenças gritantes. Então temos que criar condições para que o sistema nacional seja atuante e eficiente e para os brasileiros tenham realmente prevenção”, destacou. 
CONGRESSO – O Congresso Brasileiro de Redução de Riscos de Desastres, que começou na quarta-feira (12) reúne em Curitiba cerca de 500 pessoas, entre especialistas, pesquisadores, professores, estudantes e gestores. O evento é promovido pelo Governo do Estado, por meio do Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres do Paraná (Ceped/PR) e a Universidade Estadual do Paraná (Unespar), e pela Universidade Positivo (UP).
Com o tema “A Pesquisa e o Ensino em RRD no Brasil e o Marco de Sendai para a Redução do Risco de Desastres 2015 – 2030”, a proposta é do congresso é promover a troca de conhecimentos e a integração de todas as áreas que envolvem a redução de risco de desastres. 

Nesta sexta-feira, entre outros assuntos, serão discutidos temas como governança de risco e resiliência, aprimoramento da preparação para otimizar resposta e recuperação, redução de riscos de desastres: marco Senadai 2015 a 2013 e a Rede Brasileira de Pesquisadores

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Temporal derruba árvores em bairros de Cuiabá e causa queda de energia

G1




A forte chuva que caiu em Cuiabá e Várzea Grande, região metropolitana da capital, nesta quarta-feira (5) derrubou árvores em bairros das duas cidades e deixou moradores sem energia elétrica. De acordo com o Corpo de Bombeiros, em uma das ocorrências, uma árvore caiu, atingiu a rede elétrica e pegou fogo.

Segundo a distribuidora de energia elétrica Energisa, concessionária do serviço na capital, 9% das unidades consumidoras ficaram sem energia nos dois municípios.

A região do Centro Político Administrativo foi a mais afetada. Em nota, a Energisa informou que o temporal provocou estragos na rede e o fornecimento de energia teve que ser interrompido.

Segundo os bombeiros, no Bairro Getúlio Vargas, em Cuiabá, uma árvore caiu em três carros. Na região central da capital, por causa do vento, uma árvore foi arrancada pela raiz e interditou uma rua. Ninguém ficou ferido nas ocorrências.

Já no Bairro Costa Verde, em Várzea Grande, uma árvore caiu, atingiu os fios de energia elétrica e pegou fogo. Não houve ferido. De acordo com um levantamento do Corpo de Bombeiros, nove ocorrências envolvendo queda de árvores foram atendidas em duas horas. Outras 25 ocorrências da mesma natureza ainda deveriam ser atendidas.

Ainda segundo a Energisa, ocorrências deste tipo são comuns nessa época do ano. Isso porque, com a mudança brusca de temperatura e as rajadas de vento, árvores inteiras e outros objetos caem na rede de energia elétrica e ocasionam a queda de energia.